Desafios e soluções urgentes para a educação pública no Rio Grande do Sul livro-crise-educacao-professores-rs . O Rio Grande do Sul, que já foi símbolo de excelência educacional no Brasil, enfrenta hoje uma crise multifacetada que ameaça o futuro de seus estudantes, professores e da sociedade na totalidade. Da precarização da infraestrutura ao impacto das enchentes, passando pela desvalorização da carreira docente e a possibilidade de privatização da educação pública, os desafios exigem uma resposta urgente e coletiva. Este artigo explora a gravidade da situação e propõe caminhos para enfrentar esses problemas de forma sustentável e eficaz. O Passado como Modelo de Excelência! Nas décadas de 1960 a 1980, o RS era reconhecido pela qualidade das escolas e pelo compromisso com a formação integral dos alunos, inspirado por práticas trazidas por imigrantes alemães e italianos. Apesar desse histórico de sucesso, o cenário atua...
Os brasileiros trabalham simplesmente para pagar impostos e sem retorno social.
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A imagem mostra uma tabela de alguns impostos do Brasil. |
A
fúria dos impostos brasileiros é semelhante ao um filme de
terror, uma novela sem fim repleta de surpresas desagradáveis. Sempre é
reprisado todos os anos, para todos os cidadãos e cidadãs, honestos e
trabalhadores; que procuram quitar suas dívidas com o Fisco nacional.
Geralmente trazem novos elementos que causam episódios negativos e impactantes
nas vidas do povo honesto, que fazem de tudo para ficar em paz com a Receita
Federal.
O retorno nas políticas publicas
essenciais no âmbito social é praticamente nulo. As pessoas sofrem com falta de
ensino de qualidade, saúde, habitação, trabalho, transportes e segurança para
todos viverem em paz e andarem tranquilos nas ruas das grandes cidades e
capitais do país. A grande maioria desses bilhões em tributos são desviados
criminosamente para a corrupção dos políticos e agentes corruptores da elite
nacional que manda no capital brasileiro.
Porém, o mais revoltante é saber
que as grandes fortunas são as que pagam menos e sonegam mais impostos. Esta é
uma grande das injustiças a ser corrigidas neste país. Pois, quem é rico paga menos
e quem é pobre paga mais, um absurdo, incompreensível. Uma desproporcionalidade
vergonhosa e injusta que está na hora do Congresso Nacional dar um fim nesta
situação insuportável. Somente uma reforma fiscal justa, é possível para
equilibrar e corrigir este absurdo nacional.
Somando as dívidas antigas
juntamente mais as novas que não param de chegar de todas as espécies deixam a
todos em pânico.
O planejamento do orçamento doméstico é essencial para evitar problemas financeiros.
A ausência de planejamento
orçamentário doméstico é uma realidade para muitos brasileiros que não têm este
hábito da organização de seus créditos e débitos. Essa desorganização leva
muita gente a entrarem numa verdadeira bola de neve. Num buraco sem fundo, em
relação às suas despesas particulares e do lar. O acúmulo das inúmeras compras
realizadas no mês de dezembro, geralmente os gastos excessivos e inconsequentes
faz muitas pessoas entrarem em pânico.
A maioria dos consumidores se esqueceram
que ao entrar em janeiro, início do novo ano, chegam juntos as novas dívidas.
Também vem junto às novas contas dos impostos que recolhem todo o salário dos
primeiros meses trabalhados. Pouco
dinheiro sobra para manutenção da família com qualidade de vida. E a manutenção
dos negócios. É o período crítico onde se fecham muitos postos de trabalho
aumentando o desemprego em todos os setores da cadeia produtiva da economia.
Ano novo, novos débitos dos pesados impostos a
serem pagos.
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A imagem mostra alguns impostos do Brasil. |
Permaneçam atentos pois basta
iniciar o primeiro minuto do novo ano, mudam-se as taxas de aumento de
impostos. O novo ano nasce trazendo uma avalanche de impostos obrigatórios a
pagar sem subterfúgio, mesmo não quitando em parcela única às dívidas
municipais, estaduais e federais. Elas são diluídas em pequenas parcelas, com a
mais alta taxa de juros de mercado a perder de vista pelo contribuinte.
Nesta
negociação o devedor, termina no final, pagando o dobro ou o tripulo, dependendo
dos mais diferentes índices que se aplicam em uma negociação para uma dívida
pública em atraso. O agente arrecadador geralmente é o grande bem-sucedido, tem
em seu poder o devedor.
O devedor que não tem opções de quitar no ato da
renegociação. Se obriga a virar refém
dos mais pesados índices em que foram reajustadas as dívidas atrasadas.
Tem
aqueles que mesmo após uma renegociação não conseguem honrar o combinado, não
por desonestidade ou má fé. Todavia por motivos imprevisíveis como perder o
emprego, doenças e outras. Como consequências entram para a lista da dívida
ativa de qualquer domínio administrativo público.
O parco salário mínimo não suporta a carga
tributária do governo.
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Ano novo é sinônimo de novas dividas. |
Portanto, nesta situação
predomina mais um agravante preocupante para todos os contribuintes. O parco salário mínimo definido em lei que
está aquém do poder aquisitivo, não acompanha os reajustes das taxas de
impostos. Assim, o reajuste do salário mínimo nacional não acompanha aos
pesados índices inflacionários, embutidos em todos os tipos de tributos, onde o
cidadão é penosamente obrigado a pagar para o governo de todas as esferas
administrativas deste país. O cidadão que não tem grandes recursos somente
resta uma saída deixar de comprar a alimentação, medicação, educação e o lazer
para sua família. Contudo, retira do bolso o pouco dinheiro que possui e dar
para os governos. Esse dinheiro certamente irá engordar os cofres públicos, e
manter a corrupção nacional.
A solução para esta injustiça
existe, mas a iniciativa deverá partir do governo federal. O mesmo tem poderes
para editar uma medida provisória para reajustar a tabela do imposto de renda.
Falta vontade política para o governo decretar a isenção do pagamento do
imposto de renda para quem ganhasse, anualmente cinquenta mil reais. E começar
a cobrar quem recebesse acima deste valor, e pagasse sim imposto. Tudo dentro
de uma tabela escalonada até atingir as grandes fortunas. Óbvio que isso não
resolveria tudo, mas já é um bom início para aliviar a pesada carga tributária
dos brasileiros, até que se faça uma reforma equitativa para todos os cidadãos
que produzem a riqueza deste país continental.
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