Desafios e soluções urgentes para a educação pública no Rio Grande do Sul livro-crise-educacao-professores-rs . O Rio Grande do Sul, que já foi símbolo de excelência educacional no Brasil, enfrenta hoje uma crise multifacetada que ameaça o futuro de seus estudantes, professores e da sociedade na totalidade. Da precarização da infraestrutura ao impacto das enchentes, passando pela desvalorização da carreira docente e a possibilidade de privatização da educação pública, os desafios exigem uma resposta urgente e coletiva. Este artigo explora a gravidade da situação e propõe caminhos para enfrentar esses problemas de forma sustentável e eficaz. O Passado como Modelo de Excelência! Nas décadas de 1960 a 1980, o RS era reconhecido pela qualidade das escolas e pelo compromisso com a formação integral dos alunos, inspirado por práticas trazidas por imigrantes alemães e italianos. Apesar desse histórico de sucesso, o cenário atua...
Observe a discrepância salarial entre o político e o trabalhador brasileiro.
Enquanto o trabalhador brasileiro vende suas forças de trabalho ao patrão para obter seu sustento, a duras e longas jornadas de trabalho, muito além das horas necessárias. Em troca vai receber o salário mínimo nacional pífio. O político escolhido democraticamente pela vontade popular recebe um salário colossal. Trabalhando algumas irrisórias horas nos poderes legislativos e executivos: municipais, estaduais e federais. Este trabalha o mínimo de horas semanais possíveis para receber um salário que é legal perante a lei. Porém se transforma em imoral quando equiparado as horas e ao salário mínimo que os trabalhadores em geral recebem.
Enquanto o político seja de qualquer esfera administrativa trabalha, pouquíssimas horas dentro de um ambiente luxuoso, para receber um salário milionário. O trabalhador assume uma carga horária exagerada para receber um salário mínimo que não pagaria o café da manhã de qualquer político brasileiro. Para prover dignamente sua vida obrigatoriamente trabalhará muitas horas extras.
A situação permanece extremamente complexa é quando chega a aposentadoria.
O cidadão trabalhador não consegue ficar mais que dois anos sem começar a pensar em voltar outra vez a labutar. Tudo isso por que recebe um vencimento ínfimo. A situação do trabalhador se agrava quando o mesmo, consegue se aposentar, perde lentamente tudo com o malfadado fator previdenciário. O fator previdenciário, em pouco tempo corrói tanto a parca remuneração do aposentado que não consegue viver dignamente. A partir desse momento se ver obrigado a voltar a trabalhar. Mesmo sem ter tanta potência quanto nos anos anteriores provocado pelos desgastes forçado ao longo do tempo, afetou drasticamente a saúde. Faz um tremendo esforço para retornar a trabalhar e assim ter condições para poder pagar a as contas, comer e comprar medicações. Na época que era para ser do descanso justo retrocede a rotina trabalhista de antes.
O político após fim de mandato não precisa mais trabalhar, acumula riquezas suficientes; para viver tranquilo.
Como uma moeda tem seus dois lados, com coisas diferentes, aqui também não poderia deixar de ter. Neste caso o político passa quatro anos no poder ao sair não precisa mais trabalhar. Ao encerrarem o mandato tem sua aposentadoria definitiva garantida que é uma injustiça ou imoralidade? Ora! O político ao longo do seu mandato acumula tantas riquezas às custas dos contribuintes que não precisa mais trabalhar. E de agora em diante não precisa ter mais preocupação financeira é somente curtir a vida em plena tranquilidade.
Esta riqueza foi acumulada em curtíssimo espaço de tempo em poucas horas de serviço ao povo. O revoltante é aquele político que durante a sua gestão no parlamento, nunca sequer teve a preocupação de apresentar um só projeto de lei que viesse a beneficiar a nação e afastar-se rico. Isso quando deixou de comparecer ao trabalho parlamentar nos momentos de votações dos projetos essenciais para o Brasil. Tem aquele político debochado que apresenta projetos de lei que visam simplesmente seu autobenefício. O mais grave é aquele que nunca fez absolutamente nada e monta uma rede de corrupção para lesar os cofres públicos.
Você eleitor brasileiro já se interessou a pesquisar quanto ganha o seu parlamentar escolhido na hora do voto.
Portanto, cidadão já procurou verificar quanto seu representante nas casas legislativas e executivas em âmbito municipais, estaduais e federais recebem de pagamento mensais, fora as verbas de custos que são quase o dobro do salário normal? Se ainda não fez isso, faça urgente para identificar quanto ele ganha mensalmente. É bom saber, para se ter uma ideia do quanto você contribui para os salários dele. Até pode se chocar ou até se revoltar, comparando o quanto você ganha mensalmente.
É fundamental parar um pouco e fazer com muita calma quanto ganha seu legislador municipal, estadual e federal. Da mesma forma faça essa interessante pesquisa com seu representante no poder executivo municipal, estadual e federal e ver na tela do computador ou Smartphones quanto você contribui para todos os salários dos políticos brasileiros. Iniciando a pesquisa nas câmaras de vereadores, assembleias legislativas, a câmara dos deputados federais, os senadores. O prefeito, o governador e o presidente da República.
Compare quantos milhões eles ganham e quanto eles fazem de tudo para você ganhar a cada ano, menos e menos. Essa realidade precisa mudar urgentemente, os políticos precisam pensar menos em si próprio (no bolso deles) e começarem a pensar na qualidade de vida da população. É necessário existir maior distribuição das riquezas em salários e benefícios sociais via políticas públicas e isso somente será possível com a pressão popular. Se o povo não fazer nada tudo continua de mal a pior. O político cada vez mais rico, e o cidadão cada vez mais pobre; e infelizmente na miséria.
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